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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Brasil é o 7º no mundo em investimentos em TI, com US$ 60 bilhões em 2014

A indústria brasileira de TI está em 7º lugar na classificação mundial, somando um investimento de US$ 60 bilhões, com crescimento de 6,7% em 2014. Na América Latina, o Brasil é o país que mais realiza investimentos no setor de TI, representando 46% desse mercado. Na região, os investimentos totais no setor somaram US$ 128 bilhões.

Essa constatação foi feita durante o Seminário "Governo e o Setor de TI - Garantia de Inovação, Produtividade e Segurança", realizado em Brasília, onde foram divulgados os primeiros resultados do Estudo sobre o Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2015, desenvolvido pela IDC (International Data Corporation) em conjunto com a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software). O evento reuniu representantes da Indústria e do Poder Executivo para discutir temas relacionados ao setor de TI, Marco Civil e proteção de dados.

Em 2014, todos os países somados investiram US$ 2,09 trilhões em TI. O Brasil representa 3% de todo o mercado mundial. Os Estados Unidos aparecem na liderança com US$ 679 bilhões em investimentos no setor, seguidos pela China, que superou o Japão, com US$ 201 bilhões.

Ao levar em conta apenas o setor de Software e Serviços de TI, excluindo as exportações, os investimentos somaram US$ 25,2 bilhões no ano passado. Já o faturamento do mercado de software atingiu no mesmo período a marca de US$ 11,2 bilhões, também desconsiderando as exportações. Com os mesmos critérios, a pesquisa revelou que o faturamento no mercado de serviços registrou US$ 14 bilhões em 2014.

A região Sudeste foi a que mais participação teve no total de investimentos em TI, incluindo software, hardware e serviços. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo representam 60,67% dos investimentos do país. A região Sul aparece na segunda posição com 14,53%. As regiões Centro-Oeste (10,9%), Nordeste (10,1%) e Norte (3,7%) foram as regiões com menos investimento no setor.

Revelando a tendência para o mercado de TI, o estudo afirma que 45% dos investimentos em TI no Brasil durante o ano de 2015 se tratam das vendas de tablets, smartphones e computadores.

A previsão para o mercado de segurança em 2015 é de aumento, muito por conta do avanço do Cloud Computing. O segmento deverá alcançar US$ 117 milhões no país, com crescimento superior a 50%. As soluções de desenvolvimento direcionadas à 3ª plataforma também devem seguir em crescimento acelerado. O Application Development e o Deployment deverão chegar a US$ 1,34 milhão em 2015. Business Intelligence e Analytics tem previsão de atingirem US$ 788 milhões até o final do mês de dezembro.

A Internet das Coisas também é apontada como uma forte tendência no Brasil. Grande parte deste otimismo deve-se à previsão de mais de 130 milhões de "coisas" conectadas em todo o país, o que representa, aproximadamente, metade da América Latina.

O Seminário contou com a presença de executivos e governantes que atuam diretamente no mercado de TI, como Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil; Luiz Sergio Pires, cientista-chefe da Microsoft Brasil; Paulo Eduardo Kapp, diretor técnico-operacional da Telebrás; e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação da República, Aldo Rebelo.


Fonte: http://www.tirio.org.br

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Por que investir em TI?

Cada 1% a mais na proporção dos investimentos feitos em tecnologia aumentam em 7% o lucro das companhias em um intervalo de dois anos. Essa é a conclusão de um estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas.
Essa afirmação contribui para os argumentos dos líderes de TI no pleito de maior participação nos investimentos das organizações.

Fernando Meirelles, professor do centro de tecnologia da informação aplicada da FGV/EAESP, que é responsável por um estudo “Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas”, que anualmente mede a utilização e evolução da tecnologia no país, verificou que de acordo com a edição mais recente, as empresas que operam no País investiram e gastaram, em média, 7,6% de seu faturamento líquido em TI ao longo de 2014. Essa proporção cresceu sutilmente frente ao ano anterior, apesar do contexto econômico desfavorável.

Os setores de finanças e serviços puxam a média para cima. Os bancos brasileiros, por exemplo, aplicaram 13,8% de seu faturamento líquido em gastos e investimentos em TI. “O dobro do que a média”, constata. A vertical de serviços também influencia nessa curva, com 10,8% de seus resultados revertidos à tecnologia.


Fonte: http://computerworld.com.br