sexta-feira, 15 de maio de 2015

Como evitar os altos custos da inatividade de rede

Empresas que não monitoram seus sistemas de TI podem perder muito tempo com problemas comuns de rede. Uma pesquisa solicitada pela Paessler (monitoramento de rede para profissionais) sobre monitoramento de TI no Reino Unido descobriu que 43% das empresas que não monitoram seus sistemas perdem, em média, duas horas por semana resolvendo problemas corriqueiros que poderiam ter sido evitados. A pesquisa também revelou que uma entre 10 empresas que não monitoram seus sistemas perde mais de cinco de horas por semana tratando desses problemas – o equivalente a desperdiçar 30 dias úteis por ano com reparos!

A pesquisa foi realizada com 300 gerentes de TI e demonstrou que quase metade das empresas (46%) que não monitoram seus sistemas frequentemente recebe alerta de problemas da equipe que não trabalha com TI ou dos próprios clientes.  Além dos custos de tempo e dinheiro pela inatividade, a empresa pode ainda prejudicar a sua reputação no mercado e comprometer a confiança do cliente.


Fonte: http://corporate.canaltech.com.br

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Chief IoT Officer, o próximo grande emprego em TI

É bem possível que em um futuro próximo ocorra a nomeação do primeiro CioT, ou, Chief Internet of Things Officer da história. O cargo irá se referir ao profissional encarregado dos projetos computacionais que integram tecnologia nos produtos da empresa que vão para o mercado.

A ideia de criar esse tipo de cargo começa a ganhar repercussão, embora ainda não seja totalmente claro quem assumirá tal nomenclatura.

O primeiro desafio se dá devido ao fato do assunto ainda ser muito novo para as empresas que começam agora a pensar em produtos mais “inteligentes”, “conectados” e orientados a dados. Esses produtos podem ser qualquer coisa, desde automóveis até máquinas de lavar roupa, passando por robôs de linhas de montagens e cafeteiras.
Os dados gerados podem ser usados em sistemas analíticos preditivos para evitar falhas, bem como para impulsionar a criação de novos negócios.
O segundo desafio reside no fato de que esses produtos são parte integrante de um ecossistema mais amplo. Em outras palavras: devem ser capazes de trabalharem juntas e integradas.

Inserir tecnologias em produtos diversos significa que os departamentos de TI terão que atuar junto a áreas de engenharia, operações, pesquisa e desenvolvimento e marketing de suas companhias em grupos de design e projetos de inovação. O que pode se tornar um grande conflito organizacional, já que cada área possui postura distinta diante de tal finalidade.

O tema tem dividido opiniões entre os líderes de TI. Uma das pessoas que vê potencial na carreira de um Chief IoT Officer para coordenar o desenvolvimento de novos produtos é Philippe Ameryckx, gerente geral de diagnósticos remotos na farmacêutica Abbott Labs. Na sua visão, os CIOs e departamentos de TI em geral estão muito focados na informática interna, sem conseguir olhar para os clientes externos das empresas.
Porém, James Brown, CIO da empresa que cria produtos para artesanato Crayola, discorda da necessidade de se criar um cargo específico para tratar do tema. “Por muito tempo, o departamento de TI foi pressionado para se alinhar ao negócio. Essa é a oportunidade para que isso ocorra de fato”, afirma.

Só nos resta aguardar para sabermos se o cargo realmente tomará forma.


Fonte: http://cio.com.br

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pesquisa do LinkedIn revela comportamento de brasileiros nas empresas

O LinkedIn divulgou os resultados da pesquisa sobre como as pessoas estão remodelando a sua marca profissional, seja online ou no ambiente de trabalho. O estudo feito com 15 mil usuários de 19 países e os resultados foram surpreendentes. Veja!

Redes Sociais não profissionais
A pesquisa revelou que o Brasil está entre os três primeiros países que mais adicionam colegas de trabalho em redes sociais não profissionais os (40,9%), mas é onde as pessoas mais se importam com o que os colegas irão pensar sobre o conteúdo que estão postando nessas redes (28,8%). A cada cinco entrevistados brasileiros, dois possuem conexões profissionais em suas redes pessoais.

Postura profissional
No ambiente de trabalho, 54,7% dos profissionais nacionais afirmam vestir-se mais formalmente quando sabem que terão reuniões importantes durante o dia e 57,1% tendem a cumprir ordens sem questioná-las.

Diálogo
A porcentagem de funcionários brasileiros que dizem mais “sim” do que “não” é maior entre os mais jovens (18-24 e 25-34 anos, com 63,10% e 63,30%, respectivamente). No entanto, 53% dos entrevistados afirmam que hoje dialogam mais com seus superiores do que no início da carreira, seja com opiniões ou contribuindo com novas ideias.

Honestidade
A cada 10 usuários brasileiros, 7 disseram que se fossem demitidos, iriam ser honestos ao falar sobre o assunto.

Rede social profissional
Dos entrevistados brasileiros, 31,3% disseram que não contratariam alguém que não tivesse perfil no LinkedIn e 27,1% acreditam ser importante atualizar o perfil constantemente. Além disso, mais de um quarto dos trabalhadores do país disseram que é importante atualizar regularmente a sua imagem de perfil (27%).

Fonte: http://idgnow.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2015

Dell lança sua linha de software de segurança para tablets corporativos

A Dell está lançando no Brasil uma linha própria de software para segurança da informação voltada para dispositivos de acesso à rede corporativa: a Dell Data Protection (DDP).
A suíte inclui recursos de criptografia, autenticação e prevenção de malwares em computadores e tablets com sistema operacional Windows.
A linha Data Protection Endpoint Security Suite já está disponível para computadores e tablets corporativos da Dell. O pacote contempla uma solução integrada de tecnologias voltadas a proteger os dados e os sistemas corporativos.

O lançamento alinha-se à estratégia global da companhia de ser um fornecedor de soluções de TI ponta-a-ponta para os clientes, com hardware, software e serviços que atendam às mais diversas necessidades das corporações.
A solução Dell Data Protection Endpoint Security Suite inclui os produtos Encryption, para criptografia de software, hardware e aplicações na nuvem; Security Tools, para gerenciamento de senhas com proteção de hardware para login; e Protected Workspace, para proteção contra malwares e ameaças a sistemas e aplicações.


Fonte: http://idgnow.com.br

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Brasil é o 7º no mundo em investimentos em TI, com US$ 60 bilhões em 2014

A indústria brasileira de TI está em 7º lugar na classificação mundial, somando um investimento de US$ 60 bilhões, com crescimento de 6,7% em 2014. Na América Latina, o Brasil é o país que mais realiza investimentos no setor de TI, representando 46% desse mercado. Na região, os investimentos totais no setor somaram US$ 128 bilhões.

Essa constatação foi feita durante o Seminário "Governo e o Setor de TI - Garantia de Inovação, Produtividade e Segurança", realizado em Brasília, onde foram divulgados os primeiros resultados do Estudo sobre o Mercado Brasileiro de Software e Serviços 2015, desenvolvido pela IDC (International Data Corporation) em conjunto com a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software). O evento reuniu representantes da Indústria e do Poder Executivo para discutir temas relacionados ao setor de TI, Marco Civil e proteção de dados.

Em 2014, todos os países somados investiram US$ 2,09 trilhões em TI. O Brasil representa 3% de todo o mercado mundial. Os Estados Unidos aparecem na liderança com US$ 679 bilhões em investimentos no setor, seguidos pela China, que superou o Japão, com US$ 201 bilhões.

Ao levar em conta apenas o setor de Software e Serviços de TI, excluindo as exportações, os investimentos somaram US$ 25,2 bilhões no ano passado. Já o faturamento do mercado de software atingiu no mesmo período a marca de US$ 11,2 bilhões, também desconsiderando as exportações. Com os mesmos critérios, a pesquisa revelou que o faturamento no mercado de serviços registrou US$ 14 bilhões em 2014.

A região Sudeste foi a que mais participação teve no total de investimentos em TI, incluindo software, hardware e serviços. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo representam 60,67% dos investimentos do país. A região Sul aparece na segunda posição com 14,53%. As regiões Centro-Oeste (10,9%), Nordeste (10,1%) e Norte (3,7%) foram as regiões com menos investimento no setor.

Revelando a tendência para o mercado de TI, o estudo afirma que 45% dos investimentos em TI no Brasil durante o ano de 2015 se tratam das vendas de tablets, smartphones e computadores.

A previsão para o mercado de segurança em 2015 é de aumento, muito por conta do avanço do Cloud Computing. O segmento deverá alcançar US$ 117 milhões no país, com crescimento superior a 50%. As soluções de desenvolvimento direcionadas à 3ª plataforma também devem seguir em crescimento acelerado. O Application Development e o Deployment deverão chegar a US$ 1,34 milhão em 2015. Business Intelligence e Analytics tem previsão de atingirem US$ 788 milhões até o final do mês de dezembro.

A Internet das Coisas também é apontada como uma forte tendência no Brasil. Grande parte deste otimismo deve-se à previsão de mais de 130 milhões de "coisas" conectadas em todo o país, o que representa, aproximadamente, metade da América Latina.

O Seminário contou com a presença de executivos e governantes que atuam diretamente no mercado de TI, como Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil; Luiz Sergio Pires, cientista-chefe da Microsoft Brasil; Paulo Eduardo Kapp, diretor técnico-operacional da Telebrás; e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação da República, Aldo Rebelo.


Fonte: http://www.tirio.org.br

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Feliz Dia das Mães!



Como o jovem brasileiro encara o trabalho?

Os jovens estão encarando vida profissional de forma mais responsável. Isso é o que diz a pesquisa divulgada recentemente pelo site 99 Jobs e a Oficina da Estratégia.
Cerca de 1.600 jovens foram ouvidos, a maioria residente no Sudeste e nascida entre 1980 e 2000.

As conclusões do estudo revelam o perfil de um jovem emocionalmente envolvido com o trabalho e interessado em empregos menos tradicionais.
Numa escala de 0 a 10, os entrevistados deram nota 7,31 para a relevância da profissão em suas vidas.


Felizes? Mais ou menos
Ainda de acordo com a pesquisa, os jovens estão medianamente satisfeitos com sua realidade profissional.
De 0 a 10, a percepção de sentido no trabalho foi avaliada em 5,71. Já a nota média para a felicidade com o emprego foi 5,62.

O que é trabalho
A definição de trabalho mais mencionada pelos jovens foi “algo que agregue valor”, seguida de “algo que ganho dinheiro para fazer”.

Dinheiro faz diferença
As percepções sobre o significado do trabalho variam consideravelmente de acordo com a classe social do jovem.
Entrevistados com renda familiar de até 1.085 reais são os que mais encaram a profissão como uma forma de servir à sociedade e ter contato com pessoas interessantes.
Já aqueles cuja renda familiar está acima de 9.745 reais são os que mais percebem o trabalho como interessante por si só e como uma forma de garantir status e prestígio.

Nada perdidos
Contrariando os estereótipos, a geração Y não se enxerga como indecisa quando o assunto é carreira.
Outro fator interessante é que, embora estejam agindo com mais maturidade, há o interesse em receber conselhos de pessoas mais experientes. A vontade de fazer coaching profissional recebeu a nota 7,9.

Ambientes inspiradores
Empresas de tecnologia têm um apelo especial para os jovens. Na visão dos entrevistados, as empresas que mais promovem um ambiente pleno de sentido são Google (58%) e Facebook (25%). Natura, Microsoft e Apple completam o ranking dos cinco empregadores mais bem avaliados no quesito.

O papel do empregador
Os jovens acreditam que encontrar sentido no trabalho depende mais da postura dos empregadores do que dos funcionários. Numa escala que vai até 10, a nota dada à responsabilidade dos indivíduos em buscar significado na profissão é 5,4. Já a importância do apoio das empresas para esse objetivo é avaliada em 6,33.

Flexibilidade é o futuro
Quando pensa no futuro, a maioria dos jovens não se enxerga trabalhando em grandes empresas. Trabalhar numa empresa tradicional é o sonho de apenas 17% dos entrevistados. O plano de 41% é atuar numa empresa flexível, como agências, incubadoras de negócios ou empresas inovadoras como Google e Facebook.

O que traz sentido ao trabalho?
Para 80% dos entrevistados, existe significado na profissão quando é possível acreditar no que se faz. Aprendizado e prazer também são fatores mencionados por 75% e 74% dos jovens, respectivamente.


Fonte: http://exame.abril.com.br