sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

As 7 tecnologias que prometem agitar o mercado de TI

Conheça as tendências tecnológicas que prometem agitar o mercado nos próximos 2 anos. Elas estão na lista 7 Hot Techs 2015, produzido pelo TechLab, laboratório de pesquisas e análise de tecnologias da E-Consulting Corp. Segundo a consultoria, o levantamento merece e atenção e a discussão estratégica dos executivos, investidores e analistas de negócios e de TI, principalmente, no período próximo de dois a cinco anos:

Materializing – A From Digital Ideas to Real Products - Tornar reais coisas produzidas na imaginação, possibilitadas pela tecnologia é, de fato, uma mudança de patamar. Materializing é a tendência que representa esta e outras tecnologias orientadas a tornar físicos os conteúdos originariamente digitais. Como exemplo desta corrente temos a impressão 3D.

CXPO – Chief Experience Officer - É senso comum que quase não há mais sentido em se separar completamente funções como TI, Digital, Redes Sociais, Marketing e Contact Center como disciplinas e áreas numa empresa. E isso é verdadeiro, seja porque o que importa é o usuário e sua experiência, especialmente quando este é um cliente, consumidor ou mesmo funcionário, seja porque a gestão da cadeia produtiva das soluções, devices, plataformas e aplicativos deve ficar mais orientada à agilidade demandada pelos tempos de competitividade asfixiante que as empresas irão viver cada dia mais. Este gestor tem sob sua responsabilidade a obrigação de criar estratégias, alianças, modelos, soluções e processos capazes de garantir a melhor entrega de experiência para os diferentes stakeholders corporativos, promovendo intenso alinhamento, aproximação de mercados, ajustes contínuos e, claro, preservação e potencialização dos atributos da marca.

ITD Governance – TI e Digital sempre foram primos apartados nas organizações. Ora porque um era mais infra e legados e o outro mais marketing e comunicação, ora porque os orçamentos e metas eram totalmente separadas (TI muitas vezes tratada como BackOffice ou suporte e Digital como BottomLine), o fato é que sempre foram geridas de forma dissociada. Com a evolução das tecnologias digitais, especialmente as MCC (Mobilidade, Convergência e Colaboração), dos modelos Cloud e As a Service, os campos de atuação de TI e Digital cada vez se misturam mais e se confundem em uma só dimensão. 

Time To MKT Specific Developing Cycle - A competição é voraz e as empresas precisam cada vez mais da TI para competir minimamente, seja inovando e propondo o jogo, seja reagindo e se defendendo. Independente dos padrões, governança e modelo de gestão, em geral, as empresas gozam de coexistência de tecnologias e processos de infraestrutura e suporte, competindo recursos e atenção com novas demandas operacionais e de atualização, assim como com projetos e oportunidades altamente estratégicas e até mesmo inovações. 

Competitive Anticipation - Em momentos de alta competitividade mercadológica e intensa interação com usuários e clientes, antecipação passa a ser uma capacidade corporativa quase mais importante do que perfeição, quando se trata de lançamento de inovações e novidades. Por isso, a forma como a TI faz e proporciona que se façam esses processos de antecipação competitiva torna-se cada vez mais diferencial competitivo nas empresas. Duas fortes tendências emergem deste conceito:
a. 0,9 Go To Market: não é mais possível lançar produtos, serviços e canais tecnológicos e/ou suportados pela tecnologia somente no momento em que estes estiverem 100% aderentes ao plano original, à estratégia traçada, às demandas dos mercados-alvo, às perspectivas apontadas nas pesquisas. Lançar versões inacabadas e terminá-las com o cliente/usuário como beta tester é o caminho mais acertado. Seja porque não se perde o time to market para a concorrência, seja porque o próprio usuário-cliente se torna “pai” e corresponsável pelo produto, serviço ou canal que ele mesmo irá utilizar, disponibilizar versões “praticamente” acabadas para que sejam “finalizadas, melhoradas e evoluídas” pelo seu usuário final será cada vez mais a tônica dos vencedores.
b. Real Time Benchmarking: Outra tendência relevante ligada à antecipação competitiva é o Real Time Benchmarking, que se traduz na capacidade de se efetivar comparações e benchmarkings confiáveis em real time, 24/7, tendo os usuários e clientes como parâmetros de avaliação dos produtos, serviços e canais da empresa versus os mesmos elementos em seus concorrentes diretos e adjacentes.

Real Costing, Right Pricing - Ser capaz de quantificar os custos reais de manutenção dos parques de TI, os custos produtivos efetivos de todo ciclo de desenvolvimento de soluções, os custos de terceirização, os custos financeiros associados, assim como os custos de time to delivery e time to market, ou mesmo os custos de processamento, armazenamento, oportunidade, inação, dos riscos associados ao negócio e intrínsecos à própria IT são questões ainda bastante difíceis na maioria das empresas. 

ITelligence - Dados, informações, narrow e big, cloud, as a service... seja qual for a fonte, o formato e a profundidade, as empresas precisam ser capazes de utilizar suas informações, tanto internas e disponíveis em seus sistemas, quanto externas, capturáveis em seus canais, aplicativos e redes de atuação. A TI, como área, precisa ser capaz de compreender, capturar, cooperar, beneficiar, embalar e distribuir, a quem de direito, as informações necessárias para a correta tomada de decisão e para a evolução dos negócios. 





quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

IBM divulga lista de mitos sobre a geração Y

A IBM divulgou recentemente um relatório sobre a postura da Geração Y, esse grupo de pessoas nascidas entre 1980 e 1993 que está revolucionando o ambiente corporativo. A pesquisa teve como base a capacidade tecnológica desses jovens que fazem parte da primeira geração que cresceu imersa em um mundo digital:

Mito 1 – Os objetivos de carreira e expectativas profissionais dos Y é diferente das gerações anteriores. O estudo indica que os membros da geração Y, ou Millennials, têm as mesmas aspirações que seus antecessores: segurança financeira e senioridade assim como a Geração X ou os Baby Boomers.

Mito 2 – Millennials são viciados em tecnologia e querem fazer e compartilhar tudo online, sem preocupação com as barreiras pessoais e profissionais. Não há dúvida, a Geração Y é adepta da interação digital, mas isso não significa que eles farão tudo virtualmente. Por exemplo, esse grupo prefere contato cara a cara quando precisa aprender novas tarefas de trabalho. Além disso, demonstra mais propensão a delimitar linhas firmes entre suas redes sociais pessoais e profissionais quando comparados a membros da Geração X ou Baby Boomers.

Mito 3 – Membros da Geração Y são mais propensos a abandonar o barco se um trabalho não corresponder a suas paixões e anseios. “Outra ficção”, estampa o relatório da IBM. Quando Millennials mudam de emprego, fazem isso pelas mesmas razões de representantes da Geração X e Baby Boomers. Mais de 40% de todos os entrevistados dizem que mudariam de emprego por um salário melhor ou um ambiente mais inovador.


Fonte: http://computerworld.com.br

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Competências de comunicação que o mercado espera de um líder de projeto

Embora o mercado de TI esteja favorável, encontrar um líder de projeto eficaz ainda não é tarefa fácil para muitas empresas. Pensando nisso, resolvemos listar algumas competências de comunicação que um líder deve ter:

Confiabilidade: As pessoas querem trabalhar e fazer negócios com os líderes que confiam.

Transparência: Líderes fortes optam por ser transparentes nas suas comunicações.
Concentração e estabilidade: Para conduzir o projeto de forma eficaz, é importante se concentrar em seus aspectos chave e manter a calma sob pressão.
Liderança pelo exemplo: Os verdadeiros líderes empenham todos os esforços para viver de acordo com as mesmas regras que eles esperam dos seus liderados.


Fonte: http://computerworld.com.br

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ótimas oportunidades para profissionais de TI

O mercado de trabalho para a área de tecnologia da informação segue a todo vapor nesse início de ano. A Catho, site de recrutamento, atualmente contabiliza cerca de 17,3 mil vagas para profissionais de TI em aberto. A maior parte das ofertas ativas é para programadores, seguido de analista de suporte, analista de sistemas, técnico em informática e analista de testes.


Fonte: http://computerworld.com.br

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Web-Scale IT é vista como tendência promissora no mercado de TI

A tecnologia Web-Scale IT é um dos destaques na lista das dez tendências tecnológicas estratégicas mais importantes para os próximos três anos feita pela empresa de consultoria Gartner. A Web-Scale IT é um padrão de computação de classe global, que oferece os recursos de grandes provedores de serviços em nuvem dentro do ambiente de TI das empresas. 


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O currículo bom e velho currículo sairá de cena até 2020

As redes sociais ganharam de vez a disputa com o bom e velho currículo de papel na hora do recrutamento e seleção de candidatos à vaga de emprego. Estima-se que até 2020, o envio de arquivos em formato .doc ou em papel será praticamente extinto das empresas. E, isso acontecerá porque as redes sociais e a mobilidade já mudaram a forma como as pessoas se relacionam e procuram emprego.

Fonte: http://computerworld.com.br

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

IBM, Hortonworks e Pivotal se unem para criar a Open Data Platform

Três grandes provedores de soluções de big data se uniram para especificar uma plataforma unificada com base em Hadoop. E o resultado foi a criação da Open Data Platform, que tem a missão de identificar versões específicas e suportar um conjunto de trabalhos focados em grandes volumes de dados. A expectativa é que isso reduza o esforço na construção e manutenção de sistemas de análise de dados complexos baseados em Hadoop.

Fonte: http://computerworld.com.br